APR , uma questão de querer servir
Estou prestes a terminar mais uma das minhas funções ligadas à Radiodifusão Nacional. Cerca de 25 anos depois, vou deixar a direção da Associação Portuguesa de Radiodifusão, a mais importante associação de operadores de rádio em Portugal. Entrei, como suplente em 1997, evolui nas funções como vogal e secretário e termino este último mandato como vice-presidente da direção. Foi uma honra muito grande ter feito parte desta estrutura de defesa e apoio de todas as rádios de Portugal; foi um privilégio ter partilhado estes 25 anos com grandes dirigentes que muito fizeram e continuam a fazer, para que radiodifusão deixe de ser o parente pobre da comunicação social no nosso país. Hoje concorreram duas listas às eleições da APR. Uma composta exclusivamente por operadores das rádios locais, lista A e que pretende dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela associação e uma outra, lista B, composta por operadores dos grandes grupos. Tive a honra de fazer parte da mesa de c...